Yuri Lopes
Goiânia – Não são, mas pareceram duelos de MMA os dois últimos debates na televisão entre os candidatos à Presidência, Dilma Rousseff e Aécio Neves. Um ataca, o outro contra-ataca, e segue a sequência infindável de acusações que se assemelham a brigas de vizinho.
Com tanta acusação, sobra pouco espaço para as propostas de governo de cada candidato. Foi por isso que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, disse que a campanha presidencial precisa ser mais propositiva e ter menos pirotecnia.
Dias Toffoli também disse ao jornal O Globo que as acusações aparecem por conta do tempo dedicado aos debates. “Quando se descamba para acusações, é porque tem muito tempo livre. Digo isso de todas as candidaturas. A Justiça Eleitoral hoje não impõe um modelo, não impõe um limite”, declarou.
Os cenários dos debates na Bandeirantes e no SBT pareciam um ringue, tamanha era a disposição dos oponentes Dilma e Aécio em protagonizar a maior demonstração de violência verbal em debates desde o embate entre Lula e Collor.
Enquanto Aécio acusava Dilma de ter praticado nepotismo cruzado, ao ter, segundo o tucano, pedido para que o prefeito de Belo Horizonte empregar o irmão da candidata petista, Dilma insinuou que Aécio estivesse drogado ou bêbado quando foi detido em uma blitz no Rio de Janeiro.
O terceiro debate entre Dilma e Aécio no segundo turno será realizado neste domingo (19), na Record, a partir das 22 horas. A mediação será dos jornalistas Adriana Araújo e Celso Freitas.
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