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Dilma diz que até 2018 universalizará a banda larga no país

21.10.2014 - 07:50:22
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Brasília – A presidente da República e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, disse na segunda-feira (20/10) que, se reeleita, universalizará a banda larga no país até 2018. Segundo ela, universalizar significa que 90% dos domicílios terão banda larga, via fibra ótica, com velocidade de, no mínimo, 25 megabytes por segundo.
 
“Consideramos que a internet tem a mesma importância que, por exemplo, a universalização da energia elétrica. A internet é tão importante hoje para as pessoas como é o caso da energia elétrica. Ou seja, é um dado do consumo que a gente não pode deixar de considerar como integrante da vida das pessoas. Faz parte do cotidiano”, salientou Dilma, em entrevista coletiva em um hotel na região da Avenida Paulista.
 
De acordo com a candidata, o Banda Larga para Todos, como é denominado o programa de universalização, será realizado por meio de parcerias público-privadas e demandará investimento do governo da ordem de R$ 40 bilhões, que serão originários do orçamento da União, de créditos tributários e financiamentos a juros subsidiados.
 
“[Com o plano], pretendemos dobrar o número de conexões no Brasil. Passaremos dos atuais 150 milhões para 300 milhões no fim de 2018. Hoje, a velocidade média da banda larga é de 2,3 a 5,5 megabytes. Queremos chegar a 25 megabytes por segundo no fim de 2018", acrescentou.
 
Dilma disse, ainda, que o governo exigirá das operadoras a oferta de um pacote popular, com parâmetros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “Como contrapartida, vamos exigir, de qualquer um dos modelos possíveis, a oferta de um pacote popular alinhado com critérios da OCDE, que são a conexão de banda larga fixa de, no mínimo, 25 a 32 megabytes”, salientou.
 
Conforme a candidata, os 10% de domicílios que não serão atingidos pelo programa utilizarão outros meios de acesso à internet, como rádio, satélite, o 3G ou o 4G, que são tecnologias utilizadas pelos smartfones. (Agência Brasil)
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por Mônica Parreira

*Mônica Parreira é repórter do jornal A Redação

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