A Redação
Goiânia – "A Visão do Vermelho" é o nome dado pelo Rally Dakar ao trajeto do terceiro dia de prova. A prova passa, nesta terça-feira (6/1), por um percurso recheado de montanhas avermelhadas, em uma das regiões mais bonitas da Argentina, recheada de cânions e pedras soltas.
"Nem o deslocamento nem a especial serão muito compridas. Será um dia com pedras, cânions e, provavelmente, rios secos. Já chegando em uma região muito conhecida e tradicional, entre Fiambalá e Chilecito, com dunas difíceis e muito quente", explica o piloto Guiga Spinelli. "Será uma especial bem exigente", diz o brasileiro.
O segundo dia da competição, na última segunda-feira (5), foi de recuperação para a dupla de Spinelli e Youssef Haddad. A equipe recuperou 13 posições no ranking e terminou em 15º lugar na classificação geral.
A segunda-feira também marcou a especial mais longa da edição de 2015. No total, foram 625 quilômetros percorridos, sento 518 cronometrados entre Villa Carlos Paz e San Juan, na Argentina.
"Fizemos umas dez ultrapassagens", comemora Guiga. "Foi uma especial realmente complicada, bem diversificada e com muita diferença entre início e fim", diz o piloto.
Youssef comenta que o ritmo da prova foi intenso. "Era uma daquelas especiais que chegar ao final já é uma grande vantagem. Mais um dia que fica para trás. Fizemos os 518 quilômetros sem descer do carro e isso é muito bom", comemora o navegador.