E não é que a groselha do tal do Dia Mundial do Rock caiu em uma sexta-feira 13? Nada mais apropriado. Rock e satanismo se encontram em vários momentos da história. Para a maioria dos artistas, esse envolvimento não é orgânico e ideológico. É o mero desejo contraventor de questionar o estabelecido. Foi assim no vestuário, comportamento, drogas e sexo. Não seria diferente com a religião. Se falar do diabo é o que incomoda o establishment, então o rock caiu dentro! Separei cinco sons satanistas para dar aquela timbrada no seu dia roqueiro. Quer complementar a lista? Será super bem-vindo! Mande ver aí nos comentários.
Raulzito desfila a mais fina ironia para dar um tabefe na caretice dos anos 70 no Brasil.
Sympath for the devil – Rolling Stones
A dupla Jagger e Richards faz um samba de gringo para contar a história do cramunhão ao longo dos tempos. E com direito a desenho de um bode chifrudo no corpo.
O riff de guitarra mais inspirado no coisa ruim da história do rock. Dá uma arrepiada na espinha só de sacar o timbre.
The number of the beast – Iron Maiden
O grito adolescente do número da besta que chocou a família cristã dos anos 80. Para deixar a vovó de cabelo em pé. Para deixar a mãe com o terço na mão. Para fazer o pai esmurrar a porta do quarto mandando abaixar o volume dessa porcaria.
Me and the devil – Robert Johnson
O pai de todos. Quem começou essa história de relações com o capeta foi esse bluesman. Nesse som, ele narra o diálogo dele com aquele que cheira enxofre. Sobra até um sopapo na esposa.