A Redação
Goiânia – O líder religioso Edir Macedo prepara uma trilogia de livros de memórias que mesclam momentos polêmicos com revelações até então inéditas. O co-autor do livro Nada a Perder, Douglas Tavolaro estará em Goiânia no dia 20 de setembro, às 19 horas, na Fnac do Flamboyant Shopping para sessão de autógrafos. Douglas também é diretor de jornalismo da Rede Record.
Detalhes de quem é a figura emblemática de Edir Macedo, o que pensa e quais são suas convicções, tudo está registrado no livro, que tem quase 50 páginas apenas com fotos.
O primeiro livro de Nada a Perder (Editora Planeta, 240 p. mais 48 p. de fotos, R$ 34,90) chega às livrarias com um relato detalhado dos 11 dias em que o bispo ficou preso em uma delegacia de São Paulo. Ele dá sua versão para o episódio e aponta o que o levou à prisão. Para ele, a cadeia foi o segundo momento de superação que ajudou na sua obra religiosa; ele revela no livro que o primeiro episódio, uma grave doença na família, foi responsável pela criação da Igreja Universal.
O livro aborda cerca de 40 anos de história, desde a infância humilde no subúrbio do Rio de Janeiro, passando pelas primeiras pregações em um coreto no Méier até a realização de um sonho: a primeira igreja, montada no prédio de uma antiga funerária, também no subúrbio carioca, no final da década de 70.
Depoimentos
“Este livro é um relato da minha trajetória de vida. Reúno aqui lembranças que podem provocar reflexões profundas. Apresento momentos críticos e de fé que foram capazes de mudar meu destino. Segredos guardados por anos que agora compartilho nessas páginas. Espero que minhas experiências espirituais revelem o que existe dentro de nós e ajudem a transformar as pessoas.” (Edir Macedo)
Nada a Perder traz a versão de Edir Macedo para fatos marcantes e polêmicos de sua vida, como a prisão em 1992 e as origens da Igreja Universal. Também é uma oportunidade para conhecer o lado humano e a intimidade do líder de um dos mais expressivos movimentos religiosos do mundo. É um relato que pode ajudar a explicar um fenômeno sociológico da história recente do País.” (Douglas Tavolaro)