Goiânia – Sem consultar nenhum arquivo, somente minha péssima memória e sem colocar em ordem de preferência, tentarei listar aqui os fatos mais legais de 2013.
Aqueles que por um motivo ou outro deverão ser lembrados por mais tempo, já que foram dignos de permanecer na cabeça, mesmo com o volume cavalar de informações a que somos submetidos diariamente.
Rei do Camarote – esse foi o achado jornalístico do ano. Parabéns à Veja por revelar o maior nome do humor involuntário do Brasil. Merecia um Pulitzer;
Black Sabbath – ninguém esperava que a reunião de três quartos da banda fundadora do metal geraria um disco tão respeitável quanto o 13. E o show que passou pelo Brasil manteve o alto nível do trabalho em estúdio;
Walter – virou notícia nacional por mostrar que talento ainda pode sobrepor o vigor físico no futebol;
Manifestações de junho – eu não achava que veria cenas como as que tivemos nas ruas brasileiras durante os protestos de junho. Mostrou que podemos até ser um povo bobo, mas tudo tem limite;
Seleção brasileira – a exuberância do futebol mostrado na Copa das Confederações colocou a estima do País em relação ao escrete canarinho em alta. Agora existe esperança de que o futebol brasileiro possa mesmo erguer a taça em casa em 2014;
Walking Dead – a forma como os caras conseguem manter o nível de estresse da trama tão alto episódio após episódio merece um estudo detalhado;
Atlético Mineiro – o título da Libertadores da América apontou para um novo Galo. O jogo contra o Raja mostrou que o DNA de sofrimento é mesmo característica indelével da torcida atleticana;
Breaking Bad – comecei a assistir a série por conta do barulho em volta do final. Não me arrependi. Um excelente trabalho que aborda bem questões profundas;
Paul McCartney – sem dúvidas o melhor show que já passou por Goiânia. Indiscutível;
Bigode grosso – meus sinceros agradecimentos aos jogadores de futebol que comemoraram seus gols fazendo o gesto da música. Meu ano ficou bem melhor sabendo que ainda existe coisas desse tipo sendo feitas no Brasil.