Os países adotaram medidas similares, num momento em que não existiam vacinas. Fecharam as portas das empresas e as fronteiras, colocando a Vida, acima da economia.
O fechamento de indústrias produtoras de insumos e/ou componentes, para o processamento de outros produtos, nas várias unidades industriais, espalhadas pelo mundo, cobram seu preço e influenciam diretamente na inflação.
Não menos importante que a falta de estoques de componentes e/ou bens e serviços e intermediários, produtos considerados fins, para seus segmentos e meio para outros, na cadeia produtiva, está a flutuação do dólar, sobre as demais moedas e no caso específico do Brasil sobre o Real.
A flutuação da moeda americana, encarece ainda mais os insumos e também os derivados do petróleo, principalmente o óleo diesel.
Portanto a inflação está presente no mundo e no Brasil, por vários aspectos, mas tem que ser combatida de forma individualizada entre os países, pois cada um tem seu sistema de gestão e suas especificidades.
As economias divergem entre si, umas produzindo produtos de maior valor agregado e outras de menor valor.
O primeiro passo para o sucesso é saber identificar, de que inflação se trata: inercial, custos, oferta ou demanda.
No Brasil a inflação é de custos e a equipe econômica erra, quando a trata como de demanda, usando a taxa Selic, para combatê-la, quando na verdade deveria primar pelo cumprimento das metas fiscais, em todos em todos os seus níveis de despesas públicas.
Resultado as taxas de juros crescentes, não tem efeito sobre a inflação de custos, mas contraem a base monetária e da ênfase a especulação em detrimento da produção.