Yuri Lopes
Goiânia – 2012 foi o ano em que todo mundo falou, criticou, deu uma espiadinha, fez careta, amou ou odiou o maior fenômeno literário dos últimos anos. O livro, o primeiro volume de uma trilogia, atende pelo nome de Cinquenta Tons de Cinza, da escritora inglesa E.L. James. Depois de fazer corar as bochechas de leitores do mundo inteiro, a venda dos direitos para adaptação para o cinema, a obra ganhou nesta terça-feira (4/12) o prêmio National Book of The Year, na categoria livro de ficção.

Completam a trilogia, Cinquenta tons mais escuros, lançado no Brasil em setembro, e Cinquenta tons de liberdade, que está à venda desde novembro. Considerado como “pornô para mães”, Cinquenta Tons de Cinza já vendeu 5,3 milhões de cópias no Reino Unido e outros 20 milhões no mundo inteiro.
O prêmio é entregue pela indústria editorial britânica desde 1990 e já consagrou obras como O Código da Vinci (2005), Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2006), O Diário de Bridget Jones (1998).
Cinquenta Tons de Cinza venceu os concorrentes 1356, Citadel, The Thread, The Rose Petal Beach e Me, Before You.