Augusto Diniz
Goiânia – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) precisou cancelar a reunião que teria nesta quarta-feira (14/7) por conta das dores abdominais que tem sentido. O chefe do Executivo nacional foi internado hoje em decorrência do soluço que persiste por 11 dias. De acordo com médicos que cuidam de Bolsonaro, o presidente está em observação pela presença de contrações involuntárias do diafragma.
A entrada no Hospital das Forças Armadas na manhã de hoje, em Brasília, seria para a realização de exames. A orientação da equipe médica a Bolsonaro foi a de ser internado para que seja descoberta a causa dos soluços apresentados pelo presidente há mais de uma semana.
De acordo com a Secretaria de Comunicação do governo federal, o período de observação médica será de um a dois dias. "O Presidente da República, Jair Bolsonaro, por orientação de sua equipe médica, deu entrada no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, nesta quarta-feira (14) para a realização de exames para investigar a causa dos soluços. Por orientação médica, o presidente ficará sob observação, no período de 24 a 48 horas, não necessariamente no hospital. Ele está animado e passa bem", informou em nota a Secom.
Com a internação por precaução médica, o Supremo Tribunal Federal (STF) publicou uma nota com o cancelamento da reunião desta quarta-feira, que estava prevista para as 8 horas, com os chefes do Executivo (Bolsonaro), Judiciário (Luiz Fux) e Legislativo (Arthur Lira e Rodrigo Pacheco). "Foi cancelada a reunião entre os presidentes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo que aconteceria nesta quarta-feira (14). O encontro será oportunamente reagendado", informa o STF.
Aos apoiadores, Bolsonaro disse na terça-feira (13/7) que estava com problemas para falar. "Eu estou sem voz, pessoal. Se eu começar a falar muito, volta a crise de soluço."