Em Goiás, é tido, sabido e comprovado que Marconi Perillo foi, até agora, o mais relevante gestor público para o setor cultural. E, sem favor nenhum, um dos mais consequentes também em nível nacional. Difícil olhar para o horizonte goiano e não ver suas marcas.
A onipresença de Marconi na cultura pode ser vista nos corpos culturais (Orquestra Filarmônica, Orquestra Jovem e os formandos do Centro de Artes Basileu França), nos eventos incorporados ao calendário cultural do Estado (Fica, TeNpo, Canto da Primavera, Circuito Cavalhadas, Circuito Gastronômico) e nos equipamentos culturais que surgiram em suas gestões (Galerias de Arte, sede da Academia Feminina de Letras, prédio do Instituto Histórico, reconstrução da Igreja da Matriz de Pirenópolis e o Centro Cultural Oscar Niemeyer, entre outros).
Falar de Marconi para o setor cultural é, portanto, pregar para convertidos. É por isso que, frente à tensão eleitoral e ao rigor da contagem voto a voto, eu gostaria de ir direto ao ponto e fazer um convite. Um convite para que passemos da democracia do reconhecimento e da admiração para a democracia da ação.
Isto é, não somente reconhecer e agradecer o Marconi dando a ele nosso voto na urna, mas ir buscar outros votos. Junto aos amigos e aos parentes daqui de Goiânia e do interior do Estado.
Embora não seja do nosso feitio, que fazemos a nossa parte sem nos meter em política, o momento requer esta Democracia da Ação, que é votar e buscar votos.
É o mínimo que podemos fazer em reconhecimento, agradecimento e em expectativa de que, com Marconi no Senado Federal, será feito muito mais pelo setor cultural.
Junte-se às suas ações o guarda chuva institucional que Marconi abriu para os mais diferentes projetos serem acolhidos e realizados, milhares deles, ao sancionar a Lei Goyazes e a Lei do Fundo Cultural.
Quer mais? Pois teremos! Marconi Perillo senador será um ponto de referência do bom senso, do equilíbrio, da sensibilidade e das realizações. Vale o voto.
*Px Silveira é produtor cultural