A regra é clara: quando temos um problema de saúde, buscamos, obviamente, o auxílio de um médico, o profissional da saúde capacitado a nos ajudar na retomada do bem-estar físico e/ou mental. Se o caso é com a justiça, não nos omitimos em procurar um advogado habilitado a nos assessorar na resolução do problema o mais célere possível.
Devemos, portanto, lançar mão do mesmo princípio simples, básico e transparente no momento de escolher nossos representantes para os poderes Executivo e Legislativo em todos os níveis. Escolher o mais hábil, aquele candidato que realmente entende de políticas públicas, tem formação, vocação e compromisso com os interesses maiores da sociedade. É, praticamente, uma obrigação do eleitor consciente e comprometido com a conquista de um futuro melhor e mais próspero. Não devemos em um só momento esquecer: a escolha acertada desses atores políticos está diretamente ligada à nossa qualidade de vida e ao bem-estar coletivo.
Os inúmeros, complexos e intermináveis desafios da gestão pública não são assuntos para neófitos, não comporta amadorismos inconsequentes. Só podem ser efetivamente vencidos por quem tem conhecimento, expertise, experiência, capacidade e uma visão que contemple o médio e o longo prazo, um olhar que não seja limitado às próximas eleições.
Para que o desenvolvimento socioeconômico adequado e desejável seja alcançado, é indispensável o compromisso aliado à competência para dialogar, solucionar conflitos e capacidade de interagir de forma republicana, positiva e produtiva, mantendo um constante e saudável diálogo com o setor produtivo e a sociedade civil. É preciso ter a competência e disposição para dirigir um olhar liberal que foque a liberdade econômica, o incentivo ao empreendedorismo, ao aumento da produtividade, o desenvolvimento sustentável com geração de emprego e renda, e que tenha bem claro em suas propostas a disposição para parcerias virtuosas com o setor produtivo.
A escolha consciente, responsável e democrática de representantes realmente capacitados e experientes é, sem dúvida, o primeiro passo do longo caminho a ser trilhado para garantir emprego, renda, educação, transporte e saúde de qualidade à população, ou seja, aquilo que todos nós desejamos: políticas públicas que resultem em prosperidade socioeconômica para uma parcela crescente da população.
*Francisco Lopes é superintendente do SecoviGoiás