Michelle Rabelo
Ações referentes ao sistema de saúde do Estado de Goiás foram discutidas na última quinta-feira (03/11), no Palácio das Esmeraldas. O intuito foi de fazer com que as unidades do sistema de saúde funcionem como algumas instituições que atendem à população de forma eficaz. São exemplos o Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), o Hospital de Urgências de Anápolis Dr. Henrique Santillo, (Huana) e o Hospital de Urgências da Região Sudoeste (Hurso).
O excesso de burocracia foi a maior reclamação feita pelos diretores dos principais hospitais do Estado: Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), Hospital de Doenças Tropicais (HDT), Hospital Geral de Goiânia (HGG), Hospital Materno Infantil (HMI), e Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa).
O goiverno informou que está em andamento um projeto de mudança de gestão, que passa pela contratação de Organizações Sociais para gerir os hospitais. A intenção é melhorar o atendimento nas unidades, oferecer maior agilidade na compra de materiais e insumos, alta resolutividade e investimento em qualificação de pessoal. O Hospital Geral de Goiânia será o primeiro.
Determinações
O Procurador Geral do Estado, José Carlos Siqueira, recebeu a missão de resolver todas as pendências jurídicas com o objetivo de desburocratizar as ações de saúde. O procurador terá até o final de dezembro para apresentar um cronograma de soluções.
Antônio Faleiros, secretário de Saúde, ficou responsável por preparar um decreto de emergência sanitária para a saúde, caso isso seja necessário, para agilizar todos os procedimentos de emergência sanitária. Faleiros vai preparar ainda, um projeto de descentralização total e gestão autônoma para a Secretaria de Saúde, que deve utilizar seus recursos constitucionais.