A Redação
Goiânia –
Uma das fases mais mágicas e difíceis da maternidade é a introdução alimentar, que ocorre a partir dos seis meses de vida da criança, conforme recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. O termo é usado para designar a fase em que a alimentação dos bebês começa a incorporar outros alimentos além do leite materno. Até essa idade, o aleitamento materno deve ser exclusivo e não há necessidade de nenhum outro alimento, nem mesmo água, já que o leite da mãe supre também as necessidades de hidratação do bebê.
Muitas dúvidas podem surgir nesse momento, como por exemplo, quais os alimentos que podem ser oferecidos às crianças. Nesse momento é importante procurar por uma orientação médica, seja do pediatra da criança, de um nutrólogo ou nutricionista. Algumas mães ainda sofrem com a rejeição de alguns alimentos por parte do filho.
É importante que os pais tenham consciência de que os filhos aprendem pelo que os veem fazendo. Isso vale também para alimentação. A nutrologia para pais e filhos ajuda a criar novos hábitos alimentares em casa. O saudável pode ser gostoso para todas as idades. A alimentação complementar deve ser introduzida de maneira lenta e gradual. Algumas crianças podem estranhar no início e recusar determinados alimentos, o que é normal, pois trata-se de uma experiência totalmente nova para elas.
Uma dica é se a criança não aceitou, não insista, não force e não agrade. Às vezes, ela recusa, e isso é normal. É importante que o alimento seja novamente oferecido em outra ocasião. De acordo com informações do Ministério da Saúde, é necessário oferecer um alimento de oito a dez vezes, em média, até que a criança o aceite.
*Ribamar Cruz é nutrólogo