A Redação
Se estivesse vivo, James Marshall Hendrix, ou Jimi Hendrix, seria hoje um senhor de 69 anos. Nascido em 27 de novembro de 1942, Hendrix morreu precocemente em 18 de setembro de 1970, mas não sem antes influenciar gerações de músicos pelo mundo afora. Pepeu Gomes declarou em entrevista recente que se tornou guitarrista graças ao norte-americano. Em 1969, Hendrix foi uma das principais estrelas do festival que marcou época no rock, o Woodstock.
É incontável o número de críticos, jornalistas e guitarristas que afirmam categoricamente que Hendrix é o maior guitarrista de todos os tempos. Com influências do soul e do blues, o guitarrista mudou a forma de usar o instrumento dando preferência aos agudos e aos amplificadores distorcidos. É com ele que o pedal wah-wah se populariza. O canhoto, que tocava uma guitarra de destros ao contrário, tinha preferência pela Fender Stratocaster.
A lendária imagem de Hendrix pondo fogo e quebrando sua guitarra no “Festival Pop de Monterey” foi imortalizada pelo cineasta D.A. Pennebaker no filme Monterey Pop. As performances de tocar com os dentes e nas costas atraíam o público e a mídia, mas irritavam Hendrix que queria mostrar seus novos trabalhos.
A morte de Jimi Hendrix nunca foi totalmente elucidada. Há várias teorias que indicam desde assassinato até overdose. No entanto, o laudo do primeiro médico que o atendeu afirma que ele teria se afogado em seu próprio vômito. A namorada que estava com ele no quarto em Londres, afirmava que ele havia ingerido remédios para dormir. Após sua morte diversas gravações inéditas começaram a ser lançadas. Desde 1990, quando seu pai passou a controlar os direitos autorais deixados por Henrix, a companhia fundada por ele, a Experience Hendrix, faturou mais de U$ 40 milhões.