Você pode não conhecer a quente e chuvosa ilha de Barbados, mais ao leste no mar do Caribe. Mas, muito provavelmente, saberá cantarolar, pelo menos, o refrão de "Umbrella", da cantora Rihanna. A cantora é a menina-prodígio do país, uma pequena porção de terra de 430 km² – menos de um terço da cidade de São Paulo. Rihanna saiu de lá aos 16 anos, mudou-se para Nova York e hoje, aos 23, é uma estrela do pop e do R&B mundial.
E é com esse status que ela chega pela primeira vez ao Brasil: não como a menininha tímida que cantava músicas da americana Mariah Carey nas escadas da sua casa, mas como uma mulher sensual, sem medo de exibir suas curvas em cima do palco. Com a turnê do seu quinto disco, "Loud", ela fará quatro shows por aqui, começando nesse sábado (17/9) por São Paulo, na Arena Anhembi, às 21h30. No domingo (18/9), ela se apresenta em Belo Horizonte, e, no dia 21/9, em Brasília.
Para terminar a turnê brasileira – último bloco de seu tour pelo mundo – a moça toca na primeira noite do Rock in Rio, no próximo dia 23/9, ao lado de atrações como Claudia Leitte, Katy Perry e Elton John. Dentro desse quarteto de atrações principais, Rihanna se enquadra num pop-dançante, com ritmos contagiantes, refrões grudentos e dancinhas sensuais.
Com um rosto provocante, um sorriso sacana e uma carteira recheada de músicas que estiveram no top 10 da Billboard e que martelam os ouvidos de todo o mundo desde 2005, como a ainda caribenha e pouco americanizada "Pon de Replay", Rihanna já coleciona 19 canções entre as dez mais tocadas da Billboard. A última é "Cheers" (Drink to That), do álbum "Loud". (Agência Estado)