A Redação
Goiânia – O empresário Leonardo Rizzo, candidato do partido Novo ao Senado, defendeu incentivos ao desenvolvimento industrial em Goiás durante sabatina realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO), na terça-feira (13/9).
Na ocasião, o candidato falou sobre os fundos constitucionais, como o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), e afirmou que vai trabalhar para acabar com o monopólio do Banco do Brasil. “Nenhum país no mundo conseguiu se industrializar sem os incentivos fiscais”, disse. O candidato defendeu ainda o acesso de empreendedores e pequenos empresários a linhas de crédito.
Leonardo Rizzo disse que decidiu entrar para a política por indignação em relação à "inversão de valores da gestão pública". "Eu estou indignado com o rumo da política em nosso País. Eu vejo um egoísmo grande das pessoas que estão no poder. Os políticos criaram o fundo partidário. Não satisfeitos, eles pegam mais 5 bilhões de reais para serem gastos em 45 dias. Que sociedade estamos construindo?", questionou Rizzo. Para o candidato, "estamos vivendo um sistema perverso e é necessário sair desse modelo de Estado arcaico e primário".
Ao ser questionado sobre o Sistema S e a qualificação profissional, Rizzo falou que "o Sistema S está aí para capacitar, difundir. Quem não tiver qualificação estará fora do desenvolvimento. No meu programa de atuação no Senado, nós teremos uma parceria com o Sistema S para termos polos de desenvolvimento, de tecnologia.” Ainda na defesa pelo Sistema S, Leonardo Rizzo se declarou fã número um. “Defenderei o Sistema S como defendo minha vida”, completou.
Rizzo criticou as tentativas de mudanças no status das instituições de formação profissional. "O que dá certo nesse País eles combatem. Para ter sucesso nesse País é investir onde o governo fracassou”. O candidato do Novo explicou que sua candidatura em Goiás só foi possível porque encontrou um partido responsável com a política. "Me sinto honrado de fazer parte de um partido que também defende um estado enxuto. Não precisamos de um estado que gasta mais do que arrecada. No Brasil, quem produz é marginal, precisamos dar um basta, chegou a hora da nossa independência”.
O candidato não poupou críticas ao sistema político vigente. “Esse país precisa parar de desrespeitar o conceito de homem público e parar de tirar dinheiro do povo para fazer política. Ser um homem público é o maior troféu que um cidadão pode receber em vida. Mas isso ficou banal na mão desses políticos. O Brasil é riquíssimo e não merece ser administrado por esses políticos que estão aí”, enfatizou.